Uma fábula sobre racismo
Fonte: blogui don olearia
Enviado ao “blogui don olearia” pela jornalista Dinah Lopes
Uma mulher branca, de aproximadamente 50 anos, chegou ao seu lugar na classe econômica e viu que estava ao lado de um passageiro negro.
Visivelmente perturbada, chamou a comissária de bordo.
- Qual o problema, senhora?, pergunta uma comissária.
- Não está vendo? respondeu a senhora.
- Vocês me colocaram ao lado de um negro. Não posso ficar aqui. Você precisa me dar outra poltrona.
- Por favor, acalme-se, disse a aeromoça. Infelizmente, todos os lugares estão ocupados. Porém, vou ver se ainda temos alguma disponível’.
A comissária se afasta e volta alguns minutos depois.
- Senhora, como eu disse, não há nenhum outro lugar livre na classe econômica. Falei com o comandante e ele confirmou que não temos mais nenhum lugar nem mesmo na classe econômica”.
E continuou:
- Temos apenas um lugar na primeira classe.
E antes que a mulher fizesse algum comentário, a comissária continua:
- Veja, é incomum que a nossa companhia permita a um passageiro da classe econômica se assentar na primeira classe. Porém, tendo em vista as circunstâncias, o comandante pensa que seria escandaloso obrigar um passageiro a viajar ao lado de uma pessoa tão desagradável .
E, dirigindo-se ao senhor negro, a comissária prosseguiu:
- Portanto, senhor, caso queira, por favor, pegue a sua bagagem de mão, pois reservamos para o senhor um lugar na primeira classe.
Todos os passageiros próximos, que, estupefatos, assistiam à cena, começaram a aplaudir, alguns de pé.
“O que me preocupa não é o grito dos maus, é o silêncio dos bons”
(Martin Luther King)
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Perfeito,seria maravilhoso se no mundo real medidas como a tomada na fabula fossem aplicadas,mas e uma otima historia digna de ser passar adiante como ensinamento aos filhos.
[...] This post was mentioned on Twitter by Paulo Martini, Joaquim Azevedo, Cleydyr Zambo, Renata Rosa, BuleVoador – LiHS and others. BuleVoador – LiHS said: Uma fábula sobre racismo http://is.gd/74wNY [...]
Clapclapclapclapclap!
Bem que poderíamos rebater algumas atitudes racistas com bom humor, mas preferimos sempre a covardia do silêncio e da acomodação.
orivel aaaaaaaaa